Por que as costas doem tanto? Conheça as causas

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dor nas costas é a causa mais comum de atendimentos ortopédicos em unidades de emergência e 8 em cada 10 pessoas terão ao menos uma crise de dor nas costas durante a vida. Daqui a alguns anos, estima-se que essa condição poderá ser a principal causa de incapacitação.

Por isso, observamos que as dores nas costas geram, não apenas transtornos físicos e psíquicos aos pacientes, mas também podem impactar diretamente a condição socioeconômica local.

Toda dor nas costas é igual?

Não. De forma didática, podemos dizer que as dores nas costas são divididas em:

- aguda

- crônica

- mecânica

- não-mecânica

- visceral

Para facilitar o entendimento, vamos falar de alguns sintomas delas para facilitar a identificação. A dor que começa e permanece por mais de 12 semanas é tida como crônica. Se ela dura menos que isso, classificamos como aguda. Outro ponto a observar é se essa dor piora quando é realizado algum esforço físico ou movimentos repetitivos. Se sim, o caso pode ser caracterizado como dor mecânica, caso não tenha piora, é uma dor não-mecânica.

Por fim temos a chamada dor visceral, que nada mais é que uma dor nas costas que tem por causa não a coluna, mas sim outras doenças, como por exemplo: prostatite, endometriose, doença inflamatória pélvica crônica, doenças renais, gastrointestinais e até mesmo os aneurismas de aorta.

Qual é a mais comum?

A dor mecânica é a mais prevalente na população e se manifesta por alguns tipos de doenças: osteoartrose (degeneração), hérnia de disco, espondilolistese, estenose de canal, síndrome facetaria e até as fraturas por osteoporose. Menos frequentes, as causas para uma dor não-mecânica seriam: neoplasias (tumores), infecções e osteoartrites (doenças reumatológicas).

Quem tem mais predisposição e como evitar?

Estudos mostram que a faixa etária que procura atendimento em unidades de emergência por conta de dor nas costas vai de 35 a 55 anos, com predomínio entre as mulheres. Fatores psicológicos, alterações do humor, ansiedade e depressão figuram como causas importantíssimas. Associado a eles teríamos ainda o sedentarismo (completa falta de atividade física) e o sobrepeso ou a obesidade.

O estilo de vida que se leva, portanto, é essencial no combate às crises de dor nas costas, bem como suas recidivas, que chegam a aproximadamente 40% nos próximos seis meses e em impressionantes 73% nos próximos anos.

Por mais variadas que sejam as causas de dor nas costas, o importante é sempre procurar manter um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada e atividade física regular além, é claro, de sempre procurar regularmente um médico especialista em coluna para que as terríveis dores passem bem longe.

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